Iniciaram a banda no ano de 2008, quando ainda so haviam ideias no papel, o João na guitarra , o Marcos no baixo e o Ricardo na bateria. Mais tarde, apos mais ideias desenvolvidas resolveram procurar o 4º elemento, e, encontraram em Rio Tinto, no dia 28 de Dezembro do mesmo ano, a voz que completaria o grupo, Eduardo.
O seu estilo enquadra-se no emblemático pop-indie-rock, contendo o toque e a alma dos seus elementos, tanto na escrita como na composição.
Nas suas grandes referências aparecem The Killers, Muse, Franz Ferdinand, The Strokes, White Stripes, entre outros grandes nomes. A sua referência portuguesa será sempre Ornatos Violeta.
A 3 de Abril 2009 dão o seu primeiro concerto que como eles próprios dizem foi dado em família. Ainda não sabiam o que esperar perante o primeiro público, mas felizmente, este reagiu da melhor maneira e recebeu a sua música de braços abertos.
Ao longo de 3 anos de dedicação já deram vários concertos, estão agendados outros tantos, e editaram recentemente o 1º álbum “Heaven’s Fall”.
Agora vão continuar a trabalhar para conseguir chegar, com a mesma intensidade da sua ascenção, aos seus objectivos.
Para ficarem a conhecê-los melhor fica aqui a pequena entrevista:
D.L: Três membros da banda eram vizinhos, o guitarrista, baixista e baterista. Os primeiros dois juntaram-se para ensaiar umas ideias que o guitarrista teve, o último dos três gostou do que ouviu e decidiu ingressar nesta pequena irmandade. Pondo isto desta maneira, chegaram á conclusão que afinal faltava algo, não ouviam nenhuma voz! Foi então que após longos meses de procura a nível mundial encontraram um rapazito em Rio Tinto que cantava pelo menos melhor que os outros. E assim começa uma história de luta e afectividade entre 3 guerreiros da música. :P João na guitarra, Marcos no baixo, Ricardo nas baquetas e Eduardo no microfone.
L.G: Como definiram o vosso estilo?
D.L: Muito basicamente pegamos em vários gostos comuns e metemo-los num misturador, até sair algo agradável e minimamente aceitável. Com a experiência surgiu a energia e entrega que se pode notar tanto ao vivo como no álbum. Como somos quatro apaixonados pela música, o reportório começou a surgir de uma forma natural, muito de improviso, criando uma relação de simbiose entre o que gostam de ouvir e o que tocam. Temos 1001 estilos a definir o nosso estilo, e podemos dizer que o nosso estilo é De Livers, se ninguém gostar, gostamos nós.
L.G: Quais são as vossas referencias musicais?
L.G: Quais são as vossas referencias musicais?
D.L: Acho que a nossa principal referência provém dos Fab Four de Liverpool, não só nossa como provavelmente de toda a música actual, portanto nesse aspecto não primamos pela originalidade, é praticamente impossível não venerar os Beatles. Fugindo um pouco de Liverpool, podemos dizer que escrevemos o nosso nome com linhas de Muse, Arctic Monkeys, The Killers, Franz Ferdinand, The Strokes, White Stripes, Kasabian … todo esse Pop-Indie-Rock muito no ouvido das pessoas, são provavelmente os ingredientes básicos da nossa receita. A nível nacional, o nosso ponto de interesse continua a ser os Ornatos Violeta.
L.G: Pelo o que lemos na vossa página do Myspace, em 3 anos formaram a banda, deram concertos e agora editaram um álbum. Como ascenderam tão depressa?
D.L: Força de vontade + Consentimento dos pais do João para ensaiar na cave + Muito gosto pela música + insistência + sonhos de menino + Irresponsabilidade juvenil. Apesar de tudo temos noção que temos muito para dar agora, e muito mais para vir. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e a forma de criar. Não estamos satisfeitos e acho que no fundo nunca estaremos, e ainda bem.
L.G: Como foi o vosso primeiro concerto? Correspondeu as vossas expectativas?
D.L: Foi praticamente dado entre família, foi no dia 3 de Abril de 2009, ou seja, há mais de um ano. Éramos ainda muito verdes, muito ingénuos e praticamente não tínhamos expectativas, era a apresentação das músicas às pessoas. Felizmente elas corresponderam da melhor forma. A partir daí foi sempre a subir.
L.G: Há alguma mensagem especifica no vosso álbum? O que significa ela para vocês?
L.G: Há alguma mensagem especifica no vosso álbum? O que significa ela para vocês?
D.L: Basicamente a mensagem é só uma. Vivam a vida com todas as suas porcarias, há sempre som, há sempre música, poderemos nunca chegar a lado nenhum mas e depois… teremos sempre a cave do João :P
L.G: Qual vossa opinião acerca das bandas que cantam em português e da polémica gerada a sua volta?
D.L: Da maneira que respeitamos todos os artista que cantam na língua portuguesa, esperamos ser tomados em conta pela nossa vontade de cantar na língua inglesa. De todas as formas possíveis de se cantar uma música, a língua inglesa será provavelmente a mais perceptível por mais pessoas do mundo. Com o facto de cantarmos em inglês não significa que sejamos menos patriotas do que quem canta em português, até porque nós não criticamos o nosso país, enquanto que muitos o fazem na língua mãe. Queremos evoluir o país e mostrar ao mundo que Portugal tem arte para combater nas grandes capitais.
Gostaste? Então mexe-me esses dedos e vai a De Livers Myspace para ouvir as músicas e consultares os próximos concertos.

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