segunda-feira, 5 de abril de 2010

Angry Odd Pete

Foi em 1997 que teve a sua primeira bateria, oferecida pelo seu pai. No mesmo ano forma a sua primeira banda, os “Buzz” com mais três grandes amigos, porém a diferença nos gostos musicais acabou por influenciar o sucesso da banda, resumindo-se a um único concerto para os amigos de escola.
Após os Buzz, formou juntamente com o guitarrista uma outra banda intitulada “Red Mosquito”.
Juntou-se ainda aos “No Violation”, e durante este período, foi tocando com outras bandas como “Trinco No Mamilo” e “Cabeça de Martelo”, chegou mesmo a estrear-se como vocalista nos “Scapegoat”, mas cedo abandonou esse posto. Contudo, com todas estas andanças permaneceu nos No Violation.
Em 2002, teve a sua primeira banda como guitarrista e vocalista e dava-se pelo nome de “Funny Little Finger. Ainda assim, teve de optar mais tarde pelos Funny Little Finger ou No Violation, acabando por escolher os primeiros.
Terminam em 2004 e no mesmo ano aparecem os “Radio Havana”. Durante um concerto com Fonzie, um dos seus membros juntam-se aos RH e após muito treino e dedicação surgem os Angry Odd Kids no ano de 2006.
Em 2009 começa a programar música, cria canções completamente diferentes do que alguma vez tenha criado, aventurando-se no clássico, e assim nasce Angry Odd Pete.

L.G: Durante o caminho musical percorrido deparou-se com vários géneros de música, no entanto decidiu aventurar-se noutro género. Porquê o clássico?
AOP: Normalmente ninguém "toca" neste tipo de música, não é um estilo muito fácil de se sentir e gostar, mas para mim é o mais divertido e relaxante de se fazer!! Trabalho no cinema, ouço muitas bandas sonoras, adoro os filmes da Walt Disney Pictures, sempre achei fabulosas as bandas sonoras destes filmes! E assim, só pelo puro prazer de criar, me aventurei neste estilo.


L.G:Acha que as pessoas, habituadas a ouvir e a presenciar as constantes mudanças e mixagens de géneros como o hip-hop ou rock, vão perceber este novo clássico que criou?

AOP: Umas sim, outras não! Tudo depende do estado de espírito da pessoa e da forma como interpreta a minha música.


L.G:Quais são as suas maiores referências musicais?

AOP: Não consigo destacar um nome, mas admito ser grande admirador de música infantil.



L.G: Desde os Buzz até hoje o que é que mudou?
AOK: Nos Buzz eu tocava bateria e queria ser como o Dave Grohl, entretanto ele deixou as baquetas e eu fiz igual! Hoje em dia sou vocalista e guitarrista dos AOK, e em casa aventuro-me pelos instrumentais e músicas mais calmas e infantis!


L.G: Hoje em dia canta-se muito em Inglês. Qual é a sua posição quanto a este tema que é bastante polémico na música portuguesa? 

AOP Eu não era capaz de iniciar um projecto musical que não fosse cantado em Português, basta olhar para os grandes nomes da música portuguesa, todos cantam e cantavam em portuguÊs, tirando um ou dois! Acho que é essencial num artista Português cantar na sua língua.


L.G: Planos para o futuro?
 

AOP: Fazer mais e mais e muito mais, eu vejo a música como minha melhor amiga, e acima de tudo é essa relação que quero preservar.



"Menina dos meus Olhos"





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