quarta-feira, 28 de abril de 2010

De Livers


Iniciaram a banda no ano de 2008, quando ainda so haviam ideias no papel, o João na guitarra , o Marcos no baixo e o Ricardo na bateria. Mais tarde, apos mais ideias desenvolvidas resolveram procurar o 4º elemento, e, encontraram em Rio Tinto, no dia 28 de Dezembro do mesmo ano, a voz que completaria o grupo, Eduardo.
O seu estilo enquadra-se no emblemático pop-indie-rock, contendo o toque e a alma dos seus elementos, tanto na escrita como na composição.
Nas suas grandes referências aparecem The Killers, Muse, Franz Ferdinand, The Strokes, White Stripes, entre outros grandes nomes. A sua referência portuguesa será sempre Ornatos Violeta.
A 3 de Abril 2009 dão o seu primeiro concerto que como eles próprios dizem foi dado em família. Ainda não sabiam o que esperar perante o primeiro público, mas felizmente, este reagiu da melhor maneira e recebeu a sua música de braços abertos.
Ao longo de 3 anos de dedicação já deram vários concertos, estão agendados outros tantos, e editaram recentemente o 1º álbum “Heaven’s Fall”.
Agora vão continuar a trabalhar para conseguir chegar, com a mesma intensidade da sua ascenção, aos seus objectivos.

Para ficarem a conhecê-los melhor fica aqui a pequena entrevista:

L.G: Como se conheceram?

D.L: Três membros da banda eram vizinhos, o guitarrista, baixista e baterista. Os primeiros dois juntaram-se para ensaiar umas ideias que o guitarrista teve, o último dos três gostou do que ouviu e decidiu ingressar nesta pequena irmandade. Pondo isto desta maneira, chegaram á conclusão que afinal faltava algo, não ouviam nenhuma voz! Foi então que após longos meses de procura a nível mundial encontraram um rapazito em Rio Tinto que cantava pelo menos melhor que os outros. E assim começa uma história de luta e afectividade entre 3 guerreiros da música. :P João na guitarra, Marcos no baixo, Ricardo nas baquetas e Eduardo no microfone.

L.G: Como definiram o vosso estilo?
D.L: Muito basicamente pegamos em vários gostos comuns e metemo-los num misturador, até sair algo agradável e minimamente aceitável. Com a experiência surgiu a energia e entrega que se pode notar tanto ao vivo como no álbum. Como somos quatro apaixonados pela música, o reportório começou a surgir de uma forma natural, muito de improviso, criando uma relação de simbiose entre o que gostam de ouvir e o que tocam. Temos 1001 estilos a definir o nosso estilo, e podemos dizer que o nosso estilo é De Livers, se ninguém gostar, gostamos nós.  

L.G: Quais são as vossas referencias musicais?  
D.L: Acho que a nossa principal referência provém dos Fab Four de Liverpool, não só nossa como provavelmente de toda a música actual, portanto nesse aspecto não primamos pela originalidade, é praticamente impossível não venerar os Beatles. Fugindo um pouco de Liverpool, podemos dizer que escrevemos o nosso nome com linhas de Muse, Arctic Monkeys, The Killers, Franz Ferdinand, The Strokes, White Stripes, Kasabian … todo esse Pop-Indie-Rock muito no ouvido das pessoas, são provavelmente os ingredientes básicos da nossa receita. A nível nacional, o nosso ponto de interesse continua a ser os Ornatos Violeta.   

L.G: Pelo o que lemos na vossa página do Myspace, em 3 anos formaram a banda, deram concertos e agora editaram um álbum. Como ascenderam tão depressa?
D.L: Força de vontade + Consentimento dos pais do João para ensaiar na cave + Muito gosto pela música + insistência + sonhos de menino + Irresponsabilidade juvenil. Apesar de tudo temos noção que temos muito para dar agora, e muito mais para vir. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e a forma de criar. Não estamos satisfeitos e acho que no fundo nunca estaremos, e ainda bem.

L.G: Como foi o vosso primeiro concerto? Correspondeu as vossas expectativas?
D.L: Foi praticamente dado entre família, foi no dia 3 de Abril de 2009, ou seja, há mais de um ano. Éramos ainda muito verdes, muito ingénuos e praticamente não tínhamos expectativas, era a apresentação das músicas às pessoas. Felizmente elas corresponderam da melhor forma. A partir daí foi sempre a subir.
  

L.G:  Há alguma mensagem especifica no vosso álbum? O que significa ela para vocês?
D.L: Basicamente a mensagem é só uma. Vivam a vida com todas as suas porcarias, há sempre som, há sempre música, poderemos nunca chegar a lado nenhum mas e depois… teremos sempre a cave do João :P
 
 L.G: Qual vossa opinião acerca das bandas que cantam em português e da polémica gerada a sua volta?
D.L: Da maneira que respeitamos todos os artista que cantam na língua portuguesa, esperamos ser tomados em conta pela nossa vontade de cantar na língua inglesa. De todas as formas possíveis de se cantar uma música, a língua inglesa será provavelmente a mais perceptível por mais pessoas do mundo. Com o facto de cantarmos em inglês não significa que sejamos menos patriotas do que quem canta em português, até porque nós não criticamos o nosso país, enquanto que muitos o fazem na língua mãe. Queremos evoluir o país e mostrar ao mundo que Portugal tem arte para combater nas grandes capitais. 

Gostaste? Então mexe-me esses dedos e vaiDe Livers Myspace para ouvir as músicas e consultares os próximos concertos.



segunda-feira, 5 de abril de 2010

Angry Odd Pete

Foi em 1997 que teve a sua primeira bateria, oferecida pelo seu pai. No mesmo ano forma a sua primeira banda, os “Buzz” com mais três grandes amigos, porém a diferença nos gostos musicais acabou por influenciar o sucesso da banda, resumindo-se a um único concerto para os amigos de escola.
Após os Buzz, formou juntamente com o guitarrista uma outra banda intitulada “Red Mosquito”.
Juntou-se ainda aos “No Violation”, e durante este período, foi tocando com outras bandas como “Trinco No Mamilo” e “Cabeça de Martelo”, chegou mesmo a estrear-se como vocalista nos “Scapegoat”, mas cedo abandonou esse posto. Contudo, com todas estas andanças permaneceu nos No Violation.
Em 2002, teve a sua primeira banda como guitarrista e vocalista e dava-se pelo nome de “Funny Little Finger. Ainda assim, teve de optar mais tarde pelos Funny Little Finger ou No Violation, acabando por escolher os primeiros.
Terminam em 2004 e no mesmo ano aparecem os “Radio Havana”. Durante um concerto com Fonzie, um dos seus membros juntam-se aos RH e após muito treino e dedicação surgem os Angry Odd Kids no ano de 2006.
Em 2009 começa a programar música, cria canções completamente diferentes do que alguma vez tenha criado, aventurando-se no clássico, e assim nasce Angry Odd Pete.

L.G: Durante o caminho musical percorrido deparou-se com vários géneros de música, no entanto decidiu aventurar-se noutro género. Porquê o clássico?
AOP: Normalmente ninguém "toca" neste tipo de música, não é um estilo muito fácil de se sentir e gostar, mas para mim é o mais divertido e relaxante de se fazer!! Trabalho no cinema, ouço muitas bandas sonoras, adoro os filmes da Walt Disney Pictures, sempre achei fabulosas as bandas sonoras destes filmes! E assim, só pelo puro prazer de criar, me aventurei neste estilo.


L.G:Acha que as pessoas, habituadas a ouvir e a presenciar as constantes mudanças e mixagens de géneros como o hip-hop ou rock, vão perceber este novo clássico que criou?

AOP: Umas sim, outras não! Tudo depende do estado de espírito da pessoa e da forma como interpreta a minha música.


L.G:Quais são as suas maiores referências musicais?

AOP: Não consigo destacar um nome, mas admito ser grande admirador de música infantil.



L.G: Desde os Buzz até hoje o que é que mudou?
AOK: Nos Buzz eu tocava bateria e queria ser como o Dave Grohl, entretanto ele deixou as baquetas e eu fiz igual! Hoje em dia sou vocalista e guitarrista dos AOK, e em casa aventuro-me pelos instrumentais e músicas mais calmas e infantis!


L.G: Hoje em dia canta-se muito em Inglês. Qual é a sua posição quanto a este tema que é bastante polémico na música portuguesa? 

AOP Eu não era capaz de iniciar um projecto musical que não fosse cantado em Português, basta olhar para os grandes nomes da música portuguesa, todos cantam e cantavam em portuguÊs, tirando um ou dois! Acho que é essencial num artista Português cantar na sua língua.


L.G: Planos para o futuro?
 

AOP: Fazer mais e mais e muito mais, eu vejo a música como minha melhor amiga, e acima de tudo é essa relação que quero preservar.



"Menina dos meus Olhos"





Visita Angry Odd Pete para ouvires mais músicas, aqui!
Angry Odd Kids aqui!